Celestial hemisphere:  Southern  ·  Constellation: Aquarius (Aqr)  ·  Contains:  Helix nebula  ·  NGC 7293
NGC 7293 - Helix Nebula - An eye in the space, Wellerson Lopes
NGC 7293 - Helix Nebula - An eye in the space
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NGC 7293 - Helix Nebula - An eye in the space, Wellerson Lopes
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Description

Name: Helix Nebula, NGC 7293

Type: Planetary Nebula

Distance: 700 light years

Constellation: Aquarius [1]

The Helix Nebula, NGC 7293, lies about 700 light-years away in the constellation of Aquarius (the Water Bearer). It is one of the closest and most spectacular examples of a planetary nebula. These exotic objects have nothing to do with planets, but are the final blooming of Sun-like stars before their retirement as white dwarfs. Shells of gas are blown off from a star’s surface, often in intricate and beautiful patterns, and shine under the harsh ultraviolet radiation from the faint, but very hot, central star. The main ring of the Helix Nebula is about two light-years across or half the distance between the Sun and its closest stellar neighbour.[2]

Despite being photographically very spectacular the Helix is hard to see visually as its light is thinly spread over a large area of sky and the history of its discovery is rather obscure. It first appears in a list of new objects compiled by the German astronomer Karl Ludwig Harding in 1824. The name Helix comes from the rough corkscrew shape seen in the earlier photographs.[2]

Although the Helix looks very much like a doughnut, studies have shown that it possibly consists of at least two separate discs with outer rings and filaments. The brighter inner disc seems to be expanding at about 100 000 km/h and to have taken about 12 000 years to have formed.[2]

Because the Helix is relatively close — it covers an area of the sky about a quarter of the full Moon — it can be studied in much greater detail than most other planetary nebulae and has been found to have an unexpected and complex structure. All around the inside of the ring are small blobs, known as “cometary knots”, with faint tails extending away from the central star. They look remarkably like droplets of liquid running down a sheet of glass. Although they look tiny, each knot is about as large as our Solar System. These knots have been extensively studied, both with the ESO Very Large Telescope and with the NASA/ESA Hubble Space Telescope, but remain only partially understood. A careful look at the central part of this object reveals not only the knots, but also many remote galaxies seen right through the thinly spread glowing gas. Some of these seem to be gathered in separate galaxy groups scattered over various parts of the image.[2]

Sources:

[1] ESO - http://www.eso.org/public/images/eso0907a/

[2] ESO - http://www.eso.org/public/news/eso0907/

This picture was captured on July 16th, 2015 - Padre Bernardo - Goiás - Brazil in 8th Brazilian Meeting of Astrophotography.

Technical card

ISO 800, total exposure of 02h55m (35 subs), darks (200), flats (132) and biases (200) applied.

Equipment

- Equatorial Mount Orion Atlas EQ-G

- Telescope Ritchey-Chretien 8" F8 Carbon Fiber GSO

- Canon DSLR 500D modded with Astrodon Filter

- Astro-Physics 67 CCD focal reducer

- Auto guided with ASI120MM ZWO in OAG

Software

- Capture: BackyardEOS

- Processing: PixInsight 1.8, eXcalibrator and Adobe Photoshop CS5

- Guiding: Maxim DL 5

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Nome: Nebulosa Hélix, NGC 7293

Tipo: Nebulosa Planetária

Distância: 700 anos-luz

Constelação: Aquário [1]

A Nebulosa Hélix, catalogada como NGC 7293, encontra-se a 700 anos-luz distante na constelação de Aquário. É um dos mais próximos e espetacular exemplo de nebulosa planetária. Estes exóticos objetos não tem nada a ver com planetas, mas são estrelas semelhantes ao nosso sol em uma fase de evolução estelar antes de se tornarem estrelas anãs brancas. As camadas de gases são arrancadas da superfície da estrela, criando padrões intricados e de extrema beleza, que brilham sob forte radiação ultravioleta de uma tênue, mas muito quente, estrela central. O principal anel da Nebulosa Hélix estende-se por cerca de dois anos-luz ou a metade da distância entre o nosso Sol e sua estrela vizinha mais próxima.[2]

Apesar de ser espetacular em fotografias a Hélix é difícil de se observar visualmente pois sua luz tênue está espalhada por uma vasta área do céu e a história de sua descoberta é um tanto obscura. Ela apareceu primeiro em uma lista de novos objetos compilada pelo astrônomo alemão Karl Ludwig Harding em 1824. O nome Hélix vem de sua aparência no formato de saca-rolhas visto em fotografias anteriores.[2]

Embora a Hélix pareça muito com uma rosquinha, estudos têm mostrado que possivelmente ela é composta por pelo menos dois discos separados com anéis externos e por filamentos. O disco interior mais brilhante parece estar se expandindo a cerca de 100.000 km/h e pode ter levado cerca de 12.000 anos para se formar.[2]

Como Hélix é relativamente próxima – cobre uma área do céu cerca de um quarto da Lua cheia – ela pode ser estudada com muito mais detalhes do que a maioria das outras nebulosas planetárias além de encontrarem estruturas complexas e inesperadas. Em todo o interior do anel há pequenas bolhas, conhecidas como “nós cometários”, com caudas tênues que estendem-se para longe da estrela central. Eles se parecem notavelmente com gotículas de líquido correndo por uma superfície de vidro. Embora pareçam pequenas, cada nó é quase do tamanho do nosso Sistema Solar. Estes nós têm sido amplamente estudados, tanto pelo telescópio VLT do ESO como pelo telescópio espacial Hubble da NASA/ESA, mas ainda permanecem parcialmente esclarecidos. Um olhar cuidadoso em imagens de alta resolução da parte central deste objeto revela não apenas os nós, mas também muitas galáxias remotas vistas através do fino gás brilhante que se dissemina. Algumas delas parecem estar reunidas em grupos de galáxias espalhadas por várias partes da imagem.[2]

Fonte:

[1] ESO - http://www.eso.org/public/images/eso0907a/

[2] ESO - http://www.eso.org/public/news/eso0907/

Esta imagem foi registrada em 16 de julho de 2015 em Padre Bernardo - Goiás - Brasil durante o 8º Encontro Brasileiro de Astrofotografia.

Dados técnicos:

ISO 800, exposição total de 2h55m (35 subs), darks (200), flats (132) e bias (200) aplicados.

Equipamento:

- Montagem Equatorial Orion Atlas EQ-G

- Telescópio Ritchey-Chretien 8" F8 Fibra de Carbono GSO

- Câmera Canon DSLR 500D modificada com filtro Astrodon

- Redutor focal Astro-Physics 67 CCD

- Auto guiagem com câmera ASI120MM ZWO em OAG

Software

- Captura: BackyardEOS

- Processamento: PixInsight 1.8, eXcalibrator e Adobe Photoshop CS5

- Guiagem: Maxim DL 5

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Sky plot

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