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An Unusual crater, 



    
        

             Astroavani - Avani Soares

An Unusual crater

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             Astroavani - Avani Soares

An Unusual crater

Technical card

Imaging telescopes or lenses: Celestron C14 EDGE HD

Imaging cameras: ZWO ASI 224

Mounts: CGE Pro

Software: Fitswork  ·  Fire Capture  ·  AS!2  ·  Photofiltre - Irfan

Filters: Astronomik Filtro L

Accessory: Tele Vue Powermate 2x



Resolution: 1272x944

Locations: Observatorio Quintão, Palmares do Sul, Rio Grande do Sul, Brazil

Description

An unusual crater!

Talking with his friend Cícero Soares, he called my attention to the unusual form of Lavoiser A. I was quite sure that I had never done a specific capture of this crater but I remembered that when I took pictures of the super moon of 2016 it should appear.

I checked my files and did not give another, there was this interesting crater. I used to make a specific process of this region and here we can see it in the photo. It is located very close to the lunar northwest limb and therefore in a region that makes it impossible to photograph it from the top which causes that in the photograph of profile can not be noticed its square form.

Why are most craters circular? (up to craters found on Earth?) Impacting objects many miles a second into large laboratories, scientists have shown that only the most oblique impacts (less than 10 ° from the horizon) produce elliptical craters. The kinetic energy of a pendulum behaves like the energy of a nuclear bomb. The energy is transferred to the target material by a shock wave, and the shock waves produced by an impact, whether oblique or from the front, propagate hemispherically. This means that energy is being delivered equally in all directions; resulting in a hemispherical void and therefore circular craters. However, conditions in nature do not always reflect the laboratory. In fact, some craters are almost square! A portion of Lavoisier's Edge tells a story of geology before impact. Lavoisier A is a square crater with a diameter of ~ 26 km (16 miles) found in the northwest portion of Oceanus Procellarum.

Much of the shape of Lavoisier A is thought to be due to preexisting junctions or flaws in the target rock. These discontinuities create zones of weakness, affecting the way the shock wave travels through the material. Mainly the square corner along the northern edge of the Lavoisier crater is evidence of pre-impact fracturing.

We find square craters in other planetary bodies, as in the asteroid Eros and here on Earth! An example of a square crater that has been carefully studied is Meteor Crater in Arizona. This crater formed in layers of sedimentary rocks that have orthogonal vertical joints moving downward, from where the crater formed. The joints interrupted the flow of shock waves in certain directions, preventing the formation of a circular crater.

On the Moon the exact composition is not well known but we can predict that something similar may have occurred.

Source: LROC / NASA

Adjective: Avani Soares

Uma cratera inusitada!

Conversando com o amigo Cícero Soares, ele chamou minha atenção para a forma pouco comum de Lavoiser A. Tinha plena certeza que nunca havia feito uma captura especificamente dessa cratera porem lembrei que quando fiz fotos da super Lua de 2016 ela deveria aparecer.

Consultei meus arquivos e não deu outra, lá estava essa interessante cratera. Aproveitei para fazer um rocessamento específico dessa região e aqui podemos vê-la na foto. Situa-se muito próxima ao limbo noroeste lunar e por isso mesmo numa região que torna impossível fotografá-la de cima o que faz com que na fotografia de perfil não se consiga notar sua forma quadrada.

Por que a maioria das crateras são circulares? ( até as crateras encontradas na Terra? ) Impactando objetos a muitas milhas por segundo em grandes laboratórios, os cientistas mostraram que apenas os impactos mais oblíquos (menos de 10 ° do horizonte) produzem crateras elípticas. A energia cinética de um pêndulo se comporta como a energia de uma bomba nuclear . A energia é transferida para o material alvo por uma onda de choque, e as ondas de choque produzidas por um impacto, seja oblíqua ou de frente, se propagam hemisféricamente. Isso significa que a energia está sendo entregue de forma igual em todas as direções; resultando em um vazio hemisférico e, portanto, crateras circulares. No entanto, as condições na natureza nem sempre refletem o laboratório. Na verdade, algumas crateras são quase quadradas! Uma porção da borda de Lavoisier A conta uma história da geologia antes do impacto. Lavoisier A é uma cratera quadrada com um diâmetro de ~ 26 km (16 milhas) encontrada na porção noroeste de Oceanus Procellarum.

Grande parte da forma de Lavoisier A é pensada para ser devido a junções ou falhas preexistentes na rocha alvo. Essas descontinuidades criam zonas de fraqueza, afetando a forma como a onda de choque percorrem o material. Principalmente o canto quadrado ao longo da borda norte da cratera de Lavoisier é evidência de fraturação pré-impacto.

Encontramos crateras quadradas em outros corpos planetários, como no asteróide Eros e aqui na Terra! Um exemplo de uma cratera quadrada que foi cuidadosamente estudada é Meteor Crater no Arizona. Esta cratera formada em camadas de rochas sedimentares que possuem juntas verticais ortogonais que se deslocam para baixo, de onde a cratera se formou. As articulações interromperam o fluxo das ondas de choque em certas direções, impedindo a formação de uma cratera circular.

Na Lua não se sabe bem a composição exata so subsolo mas podemos prever que algo semelhante deve ter ocorrido.

Fonte: LROC/NASA

Adpatação: Avani Soares

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