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Mare Crisium, 



    
        

             Astroavani - Avani Soares

Mare Crisium

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Mare Crisium

Equipment

Acquisition details

Resolution: 1500x1025

File size: 1.4 MB

Locations: Observatório Parsec, Canoas, Rio Grande do Sul, Brazil

Data source: Backyard

Description

The Mare Crisium is a lunar impact basin, about 555 km in diameter and is an area that was flooded due to the impact of a large asteroid about 3.9 billion years ago (Nectarian Period). It is located in the Northeast quadrant of the visible side of the Moon and, as it is extensive, it can be easily visualized and located, even with the naked eye. Periods of crescent and waning moon are more favorable for viewing, as low-angle sunlight easily illuminates your details.

Lunar basins were generally given nomenclature by Giovanni Riccioli, the 17th-century Italian astronomer who devised the current system of lunar nomenclature, and the Mare Crisium, too, was named by him.

Although its soil is broad and visually smooth, the sea material is characterized by jagged ridges, incomplete crater edges and a rough surface. Its edge is unique, due to its solids. It has a slight morphological resemblance to areas of probable pyroclastic (volcanic) origin, eg Mare Serenitatis (Western Mare Crisium). It is the only one on the visible face of the Moon that is not connected to other seas. An interesting reference is Picard, a beautiful crater located in the Mare Crisium, more precisely to the southwest, near the center of the Crisium (bottom right in the image). There are two low-rim almost buried craters, a little further southwest than Picard, called Yerkes and Lick. Furthermore, north of the Crisium (bottom left in the image, outside the Mare Crisium), is Cleomedes one of the largest impact craters, with about 125 km in diameter and 4.3 km in depth, this is a crater little photographed for having features not so easy to visualize, but in the image in question it can be seen easily. We can see a wrinkle along the east coast, Dorsa Tatyaev to the north and Dorsa Harker to the south, and in addition to these wrinkles, take a closer look at the many scattered mountains that make this place extremely interesting to observe or photograph at high magnifications. The brightest crater off the west coast of Crisium is Proclus (28 km in diameter), this is a very recent crater, which can be confirmed by its high albedo as well as the streaks that make it up.

Due to the landing of the Soviet mission Luna 24 at Crisium, in 1976, it was possible to collect samples of the local soil, thus facilitating its study.

Photo: Avani Soares

Text: Liza Bruna

O Mare Crisium é uma bacia lunar de impacto, com cerca de 555 Km de diâmetro é uma área que foi inundada devido ao impacto de um grande asteroide a cerca de 3,9 bilhões de anos atrás (Período Nectarian). Está localizada no quadrante Nordeste do lado visível da Lua e, por ser extensa, pode ser facilmente visualizada e localizada, inclusive a olho nu. Os períodos de Lua crescente e minguante são mais favoráveis para a sua visualização, pois a luz do Sol com ângulo baixo ilumina facilmente seus detalhes.

Geralmente, as bacias lunares recebiam nomenclaturas por Giovanni Riccioli, astrônomo italiano do século 17 que elaborou o sistema atual de nomenclatura lunar, e o Mare Crisium, também, foi nomeado por ele.

Apesar do seu solo ser amplo e visualmente liso, o material do mar é caracterizado por cristas irregulares, bordas de crateras incompletas e uma superfície áspera. Sua borda é exclusiva, devido apresentar maciços. Tem uma leve semelhança morfológica com áreas de provável origem piroclástica (vulcânica), por exemplo, Mare Serenitatis (Oeste do Mare Crisium). É o único na face visível da Lua que não está ligado a outros mares. Uma referência interessante é Picard, uma linda cratera localizada no Mare Crisium, mais precisamente a Sudoeste, próxima ao centro do Crisium (canto inferior direito na imagem). Há duas crateras com bordas baixa quase soterradas, um pouco mais a Sudoeste que Picard, denominadas Yerkes e Lick. Além do mais, ao Norte do Crisium (canto inferior esquerdo na imagem, externamente ao Mare Crisium), se encontra Cleomedes uma das maiores crateras de impacto, com cerca de 125 Km de diâmetro e 4,3 Km de profundidade, essa é uma cratera pouco fotografada por ter características não tão fáceis de visualizar, mas na imagem em questão pode ser vista facilmente. Nós podemos ver uma ruga ao longo da costa Leste, Dorsa Tatyaev ao Norte e Dorsa Harker ao Sul e, além dessas rugas, observe em detalhes as diversas montanhas espalhadas que tornam esse local extremamente interessante de se observar ou fotografar em grandes aumentos. A cratera brilhante fora da costa oeste de Crisium é Proclus (28 km de diâmetro), essa é uma cratera de origem bastante recente, o que pode ser confirmado por seu albedo elevado bem como pelas raias que a compõe.

Devido ao pouso da missão soviética Luna 24 no Crisium, no ano de 1976, foi possível coletar amostras do solo local facilitando assim seu estudo.

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