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The Stars and Dust of Corona Australis, 





    
        

            Gabriel R. Santos...
The Stars and Dust of Corona Australis

The Stars and Dust of Corona Australis

Technical card

Resolution: 4070x2552

Dates:July 9, 2016Sept. 8, 2017July 14, 2018July 29, 2019Aug. 2, 2019

Frames:
43x120" ISO1600
10x120" ISO800
15x180" ISO800
25x240" ISO800

Integration: 4.2 hours

Darks: ~31

Flats: ~21

Bias: ~46

Avg. Moon age: 10.38 days

Avg. Moon phase: 27.21%

Bortle Dark-Sky Scale: 2.40

Mean SQM: 21.52

Mean FWHM: 2.95

Temperature: 12.68

Astrometry.net job: 2916197

RA center: 287.304 degrees

DEC center: -38.000 degrees

Pixel scale: 9.135 arcsec/pixel

Orientation: 178.922 degrees

Field radius: 6.096 degrees

Data source: Traveller

Description

This expansive wide field shows the southern constellation Corona Australis and part of its molecular cloud of dust. It is the result of a multi-year integration – 4 years in the making! Between the dust, stars shine in the main star-forming region near NGC 6726-27, some 500 light years away. It features some very interesting objects: reflection nebulae, with the characteristic blue color; the variable R CrA and its associated yellowish variable nebula NGC 6729; several Herbig-Haro objects only resolved with larger optics and subject to scientific research, and a lot of very faint dust that stretches from the “main” dark nebula to the West (right in the image) [1]. The globular cluster NGC 6523, although appearing to be in the same plane as the nebulae, is only juxtaposed from our point of view, lying much further at 28000 light years away [2]. Finally, this image has a gradient – albeit not an artificial, light-pollution one. It is a natural gradient caused by the increasing number of Milky Way stars, towards the central bulge of our galaxy in the left side of the image!

Being so recognizable, CrA is present in many cultures’ astronomy: indigenous, Arabic and Chinese all had some description of its stars. In the Western world, Ptolomy described the constellation in the 2nd century AD [3]. The cataloguing of some deep-sky-objects in the field dates back to the 1800s.
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Back from the 12º Encontro Brasileiro de Astrofotografia (12th Brazilian Astrophotography Meeting), there’s still a lot to be processed. Quick recap: From July 28th to August 3rd, I travelled some 1200km to share imaging nights with wonderful people under great skies! I cannot describe in words the joy of participating in such an event - some 30 other guys passionate about the same thing as you, in a great location, photographing all night -, it is something that must be felt. If I had to describe this year’s “EBA” in a single word, it would be FRIENDSHIP – and that, to me, is one of the things ultimately astroimaging should be all about.

This image in particular is a multiple year integration. Back in 2016, when I started to get a little more experienced with my gear, I got 80min of CrA, using unguided 2min subs with my T4i and 200mm Tamron lens. In the following year, I reshot the field using the 80D, for some 100min more. The combined result was then processed and posted here. In last year’s “EBA” I got a quick 20min of data of the constellation, in a wider field with the fast 135mm Samyang lens. This year, the Samy combo was scheduled to shot a great mosaic of the area – unfortunately aborted due to unstable weather. However, I managed 45min at blazingly fast f/2. I decided to integrate it all, and APP made it a breeze! The base background is from the 135mm fields, and the central nebulosity also incorporated the 200mm data (thus it has a little more resolution and much improved SNR). The result is an image of just over 4h and 4 years in the making. I call it my best Corona Australis widefield to date. If you want, I further recommend checking the inspirational works by Fabian Neyer, Wei-Hao Wang, Hisayoshi Kato and Tommy Nawratil.

Constructive criticism, comments and suggestions are more than welcome in the comments section. Thank you for taking your time to look at this image!

Dates: 09/07/2016, 08/09/2017, 14/07/2018, 29/07/2019, 02/08/2019.
Location: MG and GO, Brazil. Dark-Rural Skies (Bortle 2-3, calculated SQM ~21.7)
Camera: Canon EOS T4i/650D at ISO 1600; 80D (stock) and T5/1200D (modded), at ISO 800
Optics: Tamron 70-200mm f/2.8 (2016-T4i and 2017-80D), operated at 200mm f/3.5; Samyang 135mm f/2 (2018,2019-T5), operated at f/2.8 (2018 and 2019/07/29) and f/2.0 (2019/08/02)
Mount: Sky-Watcher HEQ5, tracking, guided
Exposure Detail: Base 135mm: 10x120s + 15x180s; Central Dust 200mm: 43x120s + 25x240s. Total integration 251min or 4.2h.

******************* [Portugês abaixo]

Este amplo campo amplo mostra a constelação Corona Australis e parte de sua Nuvem Molecular. É o resultado de uma integração de 4 anos diferentes! Em meio à poeira, as estrelas brilham na principal região de formação de estrelas, perto de NGC 6726-27, a cerca de 500 anos-luz de distância. Possui alguns objetos muito interessantes: nebulosas de reflexão, com a característica cor azul; a variável R CrA e sua nebulosa variável amarelada NGC 6729; vários objetos de Herbig-Haro, apenas resolvíveis com ótica maior e alvo de várias pesquisas científicas, e muita poeira tênue que se estende desde a nebulosa "principal" escura, até o oeste (à direita na imagem) [1]. O aglomerado globular NGC 6523, embora pareça estar no mesmo plano que as nebulosas, está muito mais distante, a 28000 anos-luz [2]. Finalmente, essa imagem tem um gradiente - porém não artificial, como seria um de poluição luminosa. É um gradiente natural causado pelo número crescente de estrelas da Via Láctea, em direção ao bojo central da nossa galáxia, no lado esquerdo da imagem!

Sendo tão reconhecível, a Coroa Austral está presente na astronomia de muitas culturas: indígenas, árabes e chineses todos tinham alguma descrição de suas estrelas. No mundo ocidental, Ptolomeu descreveu a constelação no século II dC [3]. A catalogação dos objetos do céu profundo no campo remonta ao século XIX.
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De volta ao 12º Encontro Brasileiro de Astrofotografia, ainda há muito a ser processado. Resumo rápido: de 28 de julho a 3 de agosto, viajei cerca de 1200 km para compartilhar noites de imagens com pessoas maravilhosas sob o céu! Não consigo descrever em palavras a alegria de participar de um evento como esse - outros 30 amigos apaixonados pela mesma coisa que você, em um ótimo local, fotografando a noite toda -, é algo que deve ser sentido. Se eu tivesse que descrever o EBA deste ano em uma única palavra, seria AMIZADE - e isso, para mim, é uma das coisas mais importantes na astrofotografia.

Esta imagem em particular é uma integração de vários anos. Em 2016, quando comecei a ficar um pouco mais experiente com meu equipamento, captei 80min de CrA, usando subs de 2min sem guiagem com minha T4i e lente 200mm Tamron. No ano seguinte, refiz o campo usando a 80D, com mais 100min. No EBA do ano passado, obtive rápidos 20 minutos de dados da constelação, em um campo mais amplo com a rápida lente Samyang de 135 mm. Este ano, o combo Samy estava programado para gravar um grande mosaico da região - infelizmente abortado devido ao clima instável. No entanto, consegui 45min em f/2. Decidi integrar tudo, e o software APP tornou tudo fácil! O fundo base é dos campos de 135 mm, e a nebulosidade central incorporou os dados de 200 mm (portanto, possui um pouco mais de resolução e SNR bem melhor). O resultado é uma imagem de pouco mais de 4h e 4 anos em construção. Eu considero meu melhor campo amplo da Corona Australis até hoje. Se você quiser, recomendo ainda ver as fotos inspiradoras de Fabian Neyer, Wei-Hao Wang, Hisayoshi Kato e Tommy Nawratil.

[1] APOD 2018/11/29
[2] NGC 6723, in-the-sky.org. From “Catalog of Parameters for Milky Way Globular Clusters” (Harris 1996).
[3] David Malin, “Corona Australis and Sagittarius”, www.davidmalin.com/fujii/source/CrA.html

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grsotnas
Gabriel R. Santos...
License: None (All rights reserved)
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  • The Stars and Dust of Corona Australis, 





    
        

            Gabriel R. Santos...
    Original
  • Final
    The Stars and Dust of Corona Australis, 





    
        

            Gabriel R. Santos...
    B

B

A little more contrast

Sky plot

Sky plot

Histogram

The Stars and Dust of Corona Australis, 





    
        

            Gabriel R. Santos...