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Contains:  NGC 2077, Tarantula nebula, NGC 2070, NGC 2048
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NGC 2070 - 30 Doradus - Tarantula Nebula in wide field, 





    
        

            Wellerson Lopes
NGC 2070 - 30 Doradus - Tarantula Nebula in wide field

NGC 2070 - 30 Doradus - Tarantula Nebula in wide field

Technical card

Resolution: 3501x2413

Dates:July 31, 2014

Frames: 21x300"

Integration: 1.8 hours

Avg. Moon age: 4.08 days

Avg. Moon phase: 17.72%

Astrometry.net job: 422503

RA center: 84.674 degrees

DEC center: -69.124 degrees

Pixel scale: 2.673 arcsec/pixel

Orientation: 90.545 degrees

Field radius: 1.578 degrees

Locations: Sítio Mata dos Belchior, Aguanil, Minas Gerais, Brazil

Data source: Traveller

Description

NGC 2070 - Tarantula Nebula

The Tarantula Nebula (also known as 30 Doradus, or NGC 2070) is an H II region (ionized hidrogen) in the Large Magellanic Cloud (LMC). It was originally thought to be a star, but in 1751 Nicolas Louis de Lacaille recognized its nebular nature.[1] The name "Tarantula" is most commonly used for this object, but Mark R. Chartrand, in his Skyguide, also gives reference to the names "Great Looped Nebula" (probably for its appearance) and "True Lovers' Knot"; "Looped Nebula" goes back to John Herschel.[2]

The Tarantula Nebula has an apparent magnitude of 8.[1] Considering its distance of about 179,000 light-years [2], this is an extremely luminous non-stellar object. Its luminosity is so great that if it were as close to Earth as the Orion Nebula, the Tarantula Nebula would cast shadows. In fact, it is the most active starburst region known in the Local Group of galaxies. It is also one of the largest such region in the Local Group with an estimated diameter of 200 pc. The nebula resides on the leading edge of the LMC, where ram pressure stripping, and the compression of the interstellar medium likely resulting from this, is at a maximum. At its core lies the compact star cluster R136 (approximate diameter 35 light years) that produces most of the energy that makes the nebula visible. The estimated mass of the cluster is 450,000 solar masses, suggesting it will likely become a globular cluster in the future.[1]

In addition to R136, the Tarantula Nebula also contains an older star cluster – catalogued as Hodge 301 – with an age of 20–25 million years. The most massive stars of this cluster have already exploded in supernovae.[1]

The closest supernova observed since the invention of the telescope, Supernova 1987A, occurred in the outskirts of the Tarantula Nebula.[1]


Sources:
[1] wikipedia
[2] http://messier.seds.org/xtra/ngc/n2070.html

This picture was taken on July 31, 2014 - Aguanil - Minas Gerais - Brazil.

Technical data
ISO 800, total exposure of 01h45m (21 subs), darks, flats and biases applied.

Equipment
- Equatorial Mount Orion Atlas EQ-G
- Refractor Triplet Meade 80mm APO F6
- Canon DSLR 500D modded with Astrodon Filter
- Astronomik CLS EOS Clip Filter
- Auto guided with Orion Starshoot and Refractor Orion 80mm
- Astro-Tech Field Flattener 2"

Software
Capture: BackyardEOS
Processing: PixInsight 1.8 and Adobe Photoshop CS5

Ps: Stars's spikes were created by crossed wire in front of refractor!

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NGC 2070 - Nebulosa da Tarântula

A Nebulosa da Tarântula (também conhecida como 30 Doradus ou NGC 2070) é uma região HII (hidrogênio ionizado) na Grande Nuvem de Magalhães, localizada na constelação de Dorado. Ela foi inicialmente considerada uma estrela, mas em 1751 Nicolas Louis de Lacaille identificou-a como uma nebulosa. [1] Está a uma distância de cerca de 179 mil anos-luz da Terra. O nome "Tarântula" é o nome mais comum para este objeto, mas Mark R. Chartrand, em seu guia, também dá referência aos nomes "Grande Nebulosa em Loop" (provavelmente pela sua aparência). John Herschel usava os nomes "Nó Verdadeiros Amantes" e "Nebula em Loop".[2]

A Nebulosa da Tarântula é a maior e mais massiva região de formação estelar conhecida no Grupo Local em que nossa Via-Láctea faz parte, com um diâmetro de cerca de 200 parsecs (650 anos-luz). Apesar de ter uma magnitude aparente de 8 é um objeto extremamente luminoso, e se estivesse tão perto da Terra quanto a Nebulosa de Órion, cobriria uma área de 60 luas cheias no céu e seu brilho seria suficiente para causar sombras. Em seu centro, está localizado o aglomerado estelar R136, que produz grande parte da energia que torna a nebulosa visível. R136 é um jovem aglomerado (idade de 1-2 milhões de anos) de estrelas extremamente quentes e luminosas, a maioria de classe espectral O3. A massa estimada do aglomerado é de 450 000 massas solares, sugerindo que ele se torne um aglomerado globular no futuro. [1]

Além do aglomerado R136, a Nebulosa da Tarântula contém um aglomerado estelar mais velho, catalogado como Hodge 301, com uma idade de 20–25 milhões de anos. Estima-se que pelo menos 40 estrelas desse aglomerado já explodiram em supernovas, o que provavelmente é a causa de movimentos violentos de gás e emissão de raios-X na região do aglomerado. [1]

A supernova mais próxima já detectada desde a invenção do telescópio, Supernova 1987A, ocorreu nos arredores da Nebulosa da Tarântula.[1]


Fontes
[1] wikipedia
[2] http://messier.seds.org/xtra/ngc/n2070.html

Esta imagem, em ISO 800, corresponde a uma exposição total de 01h45min (21 subs) registrada em 31/07/2014 entre os horários de 03h45m e 05h38m no sítio Mata dos Belchior, Aguanil - Minas Gerais - Brasil.

Bias, Flats e Darks aplicados.

Equipamento
- Montagem Equatorial Orion Atlas EQ-G
- Refrator Tripleto Meade 80mm APO F6
- Autoguiagem com câmera Orion Starshoot e Refrator Orion 80mm
- Canon DSLR 500D modificada com filtro Astrodon
- Filtro Astronomik CLS Canon EOS Clip
- Astro-Tech Field Flattener 2"

Software
Captura: BackyardEOS
Processamento: PixInsight 1.8 e Adobe Photoshop CS5

Obs. Refratores não produzem spikes nas estrelas. O efeito aparece pois utilizei dois fios cruzados à frente da lente.

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wellersonlopes
Wellerson Lopes
License: None (All rights reserved)
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NGC 2070 - 30 Doradus - Tarantula Nebula in wide field, 





    
        

            Wellerson Lopes

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