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Rima Sirsalis, 



    
        

             Astroavani - Avani Soares

Rima Sirsalis

Acquisition type: Lucky imaging
Rima Sirsalis, 



    
        

             Astroavani - Avani Soares

Rima Sirsalis

Acquisition type: Lucky imaging

Equipment

Acquisition details

Date: April 15, 2022

Frames: 183

FPS: 100

Resolution: 1278x1438

File size: 1.9 MB

Data source: Backyard

Description

Judging by what has been read on the internet recently, there is a lot of confusion and a lot of disagreement about the channels, or lunar grooves. Different websites say that Rima Sirsalis or Sirsalis Rille, shown in the attached image, is a lava tube or lava channel, but some admit some confusion as this volcanic feature formed in the highlands of the Moon rather than in the seas. The word rille (channel or groove) is used to describe a wide variety of valleys that are considerably longer than they are wide. Winding channels, like the Marius, are volcanic lava tubes. Linear ones such as Ariadaeus and concentric ones such as Hippalus are tectonic cracks normally associated with the stress regime related to the impact basins.
Linear channels are interpreted as depressions formed over vertical bundles of magma called dykes. Dikes are born in regions where the horizontal stress is extensional, making it easy for the dike to push up the surrounding rocks. Sirsalis Rille, is one of the largest channels, or linear grooves on the Moon, approximately 380 km long. According to bibliographic references, the channel has a maximum width of 3.7 km and an average depth of 230 meters. What supports the interpretation of this channel as a volcanic dyke, are the magnetic measurements made by the Apollo and Lunar Prospector spacecraft, which revealed a large linear anomaly over the dyke. Sirsalis Rille is among the 8 or 10 channels approximately radial to the hypothetical Gargantua impact basin which had its western third filled by Oceanus Procellarum. Somehow the dikes are related to the vast Gargantua depression, but exactly how this relationship occurs is still a mystery.
The Sirsalis Channel is fascinating because in addition to being large in length it has a strong gravitational field, but the channel seen in the image can also be considered striking as it falls into the De Vico A crater and then scales its wall continuing on the other side. Looking at it like this, it seems that he appeared in this region like lightning. But it actually emerged, thanks to forces coming from below, apparently a vertical sheet of magma that also likely traveled laterally and fed lava into Oceanus Procellarum. As the channel cannot float, it is lower inside the crater than in its rim. To the east the channel crosses the interior of a large unnamed crater where it undergoes a major detour. The reason for this deviation is completely mysterious, but one thing that is clear is a series of canals that appear to start at Sirsalis and head towards Darwin, where a large canal crosses the interior diagonally. Channels sometimes seem to have a life of their own doing what they want to do. At least that's how they appear to be when we fail to understand the forces that created them.
In April 2013, photographing the same location (https://www.astrobin.com/47300/?q=sirsalis%2C%20astroavani), my colleague Zeca saw the photo and made an interesting observation: It looks like the shadow of Sirsalis J is apparently abnormal!
He also launched some very interesting speculations and my curiosity was piqued.
I analyzed QuickMap and created a three-dimensional image of this crater. I searched the internet but didn't find specific information about it. I find it interesting to repeat your statements here:
"There is something unusual about Sirsalis J, this crater just below Sirsalis F. See that the direction of the shadow inside the crater is at a different angle to the other surrounding craters. Also, it appears to be on top of a hill and that might explain your wrong shadow".
Sirsalis J is an impact crater near the top of a mountain, it could have some inclination different from other craters that occur in plains, this would explain its shadow with different orientation. It could still be speculated that this mountain could be a volcano because of its apparent cone shape and for being in Rimae Sarsilis.
These are speculations, but they can generate interesting research.
I believe that the impact of an object this size on top of a hill would probably destroy the entire hill, but these are pure assumptions without any basis.
In fact, looking at the 3D QuickMap image, one has the strong impression that there is a super dome, something I don't know exists on the moon with such proportions. Anyway, as Zeca said, they are pure speculations, but they make the art of lunar photography such a delightful hobby.

Julgando pelo que se lê na internet recentemente, existe muita confusão e um grande desentendimento sobre os canais, ou ranhuras lunares. Diferentes sites dizem que Rima Sirsalis ou Sirsalis Rille, mostrado na imagem anexa, é um tubo de lava ou um canal de lava, mas alguns admitem uma certa confusão já que essa feição vulcânica se formou nas terras altas da Lua ao invés de se formar nos mares. A palavra rille (canal ou ranhura) é usada para descrever uma grande variedade de vales que são consideravelmente mais longos do que largos. Canais sinuosos, como o Marius, são tubos de lava vulcânicos. Os lineares, como o Ariadaeus e os concêntricos como o Hippalus são rachaduras tectônicas normalmente associadas com o regime de tensão relacionado com as bacias de impacto.
Os canais lineares são interpretados como depressões formadas sobre feixes verticais de magma chamados de diques. Os diques nascem em regiões onde a tensão horizontal é extensional, fazendo com que seja fácil para o dique empurrar para cima as rochas ao redor. O Sirsalis Rille, é um dos maiores canais, ou ranhuras lineares da Lua, com aproximadamente 380 km de comprimento. De acordo com referências bibliográficas, o canal tem uma largura máxima de 3.7 km e uma profundidade média de 230 metros. O que apoia a interpretação deste canal como um dique vulcânico, são as medidas magnéticas feitas pelas naves Apollo e Lunar Prospector, que revelaram uma grande anomalia linear sobre o dique. O Sirsalis Rille está entre os 8 ou 10 canais aproximadamente radiais à hipotética bacia de impacto Gargantua que teve seu terço oeste preenchido pelo Oceanus Procellarum. De alguma forma os diques estão relacionados à vasta depressão Gargantua, mas exatamente como essa relação ocorre ainda é um mistério.
O Canal Sirsalis é fascinante pois além de ser grande em comprimento ele tem um forte campo gravitacional, mas o canal observado na imagem também pode ser considerado marcante pois ele cai dentro da cratera De Vico A e então escala sua parede continuando do outro lado. Olhando assim parece que ele surgiu nessa região como um raio. Mas ele surgiu na verdade,  graças a forças vindas de baixo, aparentemente um lençol vertical de magma que também provavelmente viajou lateralmente e alimentou a lava para o Oceanus Procellarum. Como o canal não pode flutuar, ele é mais baixo no interior da cratera do que em seu anel. A leste o canal  cruza o interior de uma grande cratera sem nome onde sofre um grande desvio. A razão desse desvio é completamente misteriosa, mas uma coisa que é clara é uma série de canais que parecem começar na Sirsalis e se dirigem para a Darwin, onde um grande canal cruza o interior diagonalmente. Os canais, às vezes, parecem ter vida própria fazendo o que querem fazer. Pelo menos é assim que eles parecem ser quando nós não conseguimos entender as forças que os criaram.
Em abril de 2013 fotografando o mesmo local (https://www.astrobin.com/47300/?q=sirsalis%2C%20astroavani), meu colega Zeca viu a foto e fez uma observação interessante: Parece que a sombra de Sirsalis J está aparentemente anormal!
Ele também lançou algumas especulações muito interessantes e minha curiosidade foi despertada. 
Analisei o QuickMap e criei uma imagem tridimensional dessa cratera. Pesquisei na internet mas não encontrei informações específicas sobre a mesma. Acho interessante repetir aqui suas afirmações:
"Há algo anormal em Sirsalis J, essa cratera logo abaixo de Sirsalis F. Veja que a direção da sombra no interior da cratera está em um ângulo diferente das outras crateras circundantes. Além disso, parece estar no topo de uma colina e isso pode explicar a sua sombra errada".
Sirsalis  J é uma cratera de impacto perto do topo de uma montanha, poderia ter alguma inclinação diferente das outras crateras que ocorrem em planície, isso explicaria sua sombra com orientação diferente. Ainda poderia se especular que esta montanha poderia ser um vulcão por sua forma aparente de um cone e por estar em Rimae Sarsilis.
São especulações, mas que podem gerar uma pesquisa interessante.
Acredito que o impacto de um objeto desse tamanho no topo de uma colina, provavelmente destruiria a colina inteira, mas são suposições puras sem qualquer base.
Na verdade, observando a imagem tridimensional do QuickMap se tem a forte impressão de que existe uma super Cúpula, coisa que eu desconheço que exista alguma na lua com essas proporções. Enfim, como disse Zeca, são puras especulações, mas que fazem da arte da fotografia lunar um passatempo tão gostoso.

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